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No RN, agentes acham celulares em garrafa térmica e drogas em shampoo


Dentro da garrafa térmica, agentes encontraram quatro aparelhos celulares (Foto: Divulgação/CDP de Apodi)
Dentro da garrafa térmica, agentes encontraram quatro aparelhos celulares (Foto: Divulgação/CDP de Apodi)
Agentes penitenciários do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte, encontraram quatro aparelhos celulares dentro de uma garrafa térmica e 20 trouxinhas de maconha escondidas em embalagens de shampoo e condicionar de cabelo. O material foi apreendido na manhã desta quarta-feira (30) com dois visitantes que tentavam chegar até os presos.
Já em embalagens de shampoo e condicionador de cabelo, foram escondidas 20 trouxinhas de maconha  (Foto: Divulgação/CDP de Apodi)Já em embalagens de shampoo e condicionador
de cabelo, foram escondidas 20 trouxinhas de
maconha (Foto: Divulgação/CDP de Apodi)
No primeiro caso, um homem foi detido enquanto tentava entrar com os quatro celulares dentro da garrafa térmica. Segundo o diretor da unidade prisional, Márcio Morais, os aparelhos foram envoltos em papel carbono para evitar que o detector de metais acusasse a presença dos telefones.
"Os agentes abriram a garrafa, encontraram os celulares e detiveram o homem. Na delegacia, ele disse que a mulher de um preso, que inclusive estava na fila para entrar como visitante, é que tinha pedido para ele levar a garrafa até o preso. Ela também foi detida e vai prestar esclarecimentos", relatou o diretor.
Enquanto isso, os agentes realizaram outra apreensão. Desta vez, uma mulher de 33 anos tentava entrar com 20 trouxinhas de maconha escondidas dentro de duas embalagens de shampoo. A mulher também foi detida e encaminhada até a Delegacia de Polícia Civil da cidade, que funciona no mesmo prédio do CDP.
Segundo Morais, a fiscalização foi reforçada após os agentes perceberem um número crescente de materiais ilícitos dentro da unidade, durante revistas realizadas dentro dos pavilhões.
"O CDP é monitorado por câmeras e ainda assim não havia nenhum indício de como e por onde vinham esses produtos. Logo, percebemos que só poderia ser por meio dos visitantes", contou o diretor.